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2017 onwards
mesmo que isso irrite ou seja ligeiramente inconveniente, meramente porque nós, seres humanos, (como que põe itálico? vou usar caixa alta, bjs) NÃO SOMOS OBRIGADOS A NÃO FAZER AS COISAS SÓ PORQUE ELAS SÃO LIGEIRAMENTE INCONVENIENTES. nós podemos, INCLUSIVE, fazer algo exatamente PORQUE essa coisa é ligeiramente inconveniente - sabendo que é uma inconveniência que não vai matar ninguém, uma inconveniência que é bem vinda, que possui recompensas para os que conseguirem abrir mão do próprio conforto e conveniência por um minúsculo instante e apenas LIGEIRAMENTE, porque pode ser que o que nos aguarda depois da LIGEIRA INCONVENIÊNCIA é mais massa que o que nos aguarda sem LIGEIRAS inconveniências. percebe? percebe agora quão medíocre e mesquinho você tá me pedindo pra ser do topo da sua racionalização perfeita e límpida de como está tudo absolutamente bem, afinal é só e apenas e meramente uma panela, nada mais grave do que uma simples e trivial panela.

o que resta ser dito aqui, e resta para mim passasr a pensar sobre isso consistentemente, é descobrir de onde vem esse sentimento de ser aniquilado com um "tudo bem, é só uma panela.", e como eu me sinto retirado o direito de me importar gravemente com uma panela.

de onde vem isso?
estou torcendo para que eu saiba responder essa pergunta. hoje, agora, não.

e sobre banheiros a serem lavados: acho extremamente distracting ficar pensando sobre como é absurdamente injusto que fulano esteja se beneficiando de todo o meu esforço e minha energia empregados em lavar o banheiro, uma vez que, como eu bem disse anteriormente, meu foco tem sido "o que eu gostaria que a minha casa fosse caso eu morasse absolutamente sozinho e não tivesse absolutamente ninguém para dividir a culpa de certas coisas com." em outras palavras, qual é o adulto que eu quero ser.
e ponto final.

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